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Estudo focaliza convivência de cães e gatos

Pesquisadores da Universidade de Tel Aviv, em Israel, parecem ter descoberto o segredo para que gatos e cachorros convivam bem na mesma casa.

De acordo com o estudo, se o gato for adotado antes do cão e se os dois forem apresentados enquanto jovens (menos de 6 meses para o felino e um ano para os cachorros), há uma maior probabilidade de que eles se dêem bem.

"Esta é a primeira vez que alguém faz uma pesquisa científica sobre bichos de estimação que vivem na mesma casa", afirma Joseph Terkel, professor do Departamento de Zoologia da Universidade de Tel Aviv e líder da pesquisa.

Para conduzir o estudo, os cientistas entrevistaram cerca de 200 pessoas que tinham gatos e cachorros convivendo na mesma casa e filmaram o comportamento dos animais.

Depois de analisarem os vídeos, os pesquisadores da Universidade de Tel Aviv concluíram que, em determinadas condições, o bom relacionamento entre as duas espécies é possível.

Segundos os dados computados pelos cientistas, em dois terços das casas havia uma boa convivência entre as espécies, enquanto brigas foram observadas em apenas 10% dos casos.

Problemas de comunicação

A principal razão dos desentendimentos é o fato de os membros das duas espécies terem dificuldades de se comunicar entre si.

Gatos, por exemplo, costumam sacudir a cauda quando estão nervosos, enquanto cachorros rosnam e ficam com as costas arqueadas. Por outro lado, quando estão felizes, gatos costumam ronronar, enquanto cães balançam o rabo.

"Descobrimos, no entanto, que é possível que gatos e cachorros aprendam a se entender", explica o professor Terkel, que destaca que as duas espécies, quando convivendo desde filhotes, conseguem desenvolver meios de se comunicar.

Segundo o professor, uma vez que gatos e cachorros estejam familiarizados com a linguagem um dos outros, é possível que eles brinquem e até durmam juntos.

A pesquisa foi publicada na revista científica Applied Animal Behaviour Science.
Fonte:BBC-Brasil

A História da Chiquinha...

Meus amigos sempre souberam que eu gosto de proteger os animais, especialmente os gatos...

Amar e proteger os animais dá-me um imenso prazer, porém... também me causa transtornos, porque, às vezes, deparo com ninhadas abandonadas em minha porta...Certo dia, duas meninas chegaram trazendo um bichinho peladinho, rosadinho, pedindo-me que cuidasse dele, pois fora jogado no lixo após nascer... ainda tinha o cordão umbilical e, de tão pequeno, o bichinho cabia na palma da mão.

Olhei com certo pasmo e, supondo que se tratasse de um ratinho, um hamster ou algo do gênero, protestei:
- Ai!... Eu não sei cuidar desse tipo de bicho, não...

- Mas é um gatinho! - disse uma das meninas.

- Um gatinho?! - exclamei, com espanto. E aproximei-me, tomando o bichinho nas mãos. - Puxa, mas deve ter acabado de nascer!

De fato!!
Desta forma, a Chiquinha entrou em nossas vidas: pequenina, frágil, recém-nascida e recém-jogada no lixo por alguma alma impiedosa.

Os tempos que se seguiram foram de alegrias, tristezas e, principalmente, de grande experiência. A Chiquinha precisava ser amamentada (com uma mamadeirinha de seringa) a cada duas horas, dia e noite.
Em casa, fazíamos rodízio para que os cuidadores pudessem ter algumas horas de sono.

Em poucos dias, a Chiquinha foi abrindo os olhos, o cordão umbilical caiu e ela começou a ficar bonitinha, lindinha, fofinha...

Parecia um floquinho de algodão quando começou a dar os primeiros passos...


Aos poucos, fomos percebendo que ela era da raça siamesa.

Ao completar vinte dias, porém, a Chiquinha correu um grande risco.
Tavez pela mudança do leite que lhe ministrávamos, ela enfraqueceu e quase morreu. Foi salva graças à presteza de um dos cuidadores e do veterinário que a socorreram em tempo.

Ela voltou a ficar saudável, mas, conforme crescia, a Chiquinha foi adquirindo uma aparência engraçada, tornado-se uma figurinha meio estranha.

Acho que os siameses são assim mesmo: como na história do patinho feio, ela até parecia um E.T., com grandes olhos e orelhas compridas.

Mas, dia-a-dia, as características de siamesa se acentuavam e logo ela foi se transformando numa BELA GATA!!!

Olha a Chiquinha aí, gente!!!

E olhem o que ela mais adora fazer... não dá sossego!!!


CHIQUINHA, NÓS TE AMAMOS!!!!

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Cafeterias com Gatos no Japão

Cafeterias especializadas em gatos viram moda no Japão


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