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Gato-do-mato


O gato-do-mato ou gato-do-mato-pequeno (Leopardus tigrinus) é um felino também conhecido também pelos nomes de gato-do-mato-pintado, gato-selvagem e gato-tigre.

Gato-do-mato é o nome comum a diversas espécies do gênero Felis, todas com menos de 1 m de comprimento. Entre elas estão o gato-tigre (Felis tigrina) do tamanho de um gato doméstico, o menor dos gatos, o maracajá (Felis wiedii) e o Felis geoffroyi, pouco maior que os outros dois, mas apresentando manchas menores e em maior número. A jaguatirica (Felis pardalis) é um gato-do-mato de maior porte.

Habitat: ocorre da Costa Rica ao norte da Argentina
Hábitos Alimentares: alimentam-se de pequenos animais tais como ratos, pássaros e insetos, e medem cerca de 50 centímetros.

Sua gestação dura 70 dias, a prole consistindo de um a dois filhotes.

Filhote de gato-maracajá

Embora semelhante à jaguatirica, com a qual é confundido, o gato-do-mato se distingue pelo pequeno tamanho; é o menor dos felinos silvestresbrasileiros, e pelas manchas em sua pelagem, rosetas parecidas com as da onça, porém sem o desenho completo, mantendo geralmente um lado aberto, enquanto a jaguatirica tem manchas alongadas, que dão à sua pele a impressão de ser listrada.

Existem ocorrências de gatos-do-mato inteiramente negros, melânicos, e o curioso é que uma gata de pelagem normal, pintada, pode ter filhotes negros, que por sua vez tem descendência de pelagem normal, num processo que os cientistas ainda não entendem bem, mas que acontece também com a onça-pintada e a pantera, que também podem nascer negras (pantera-negra).

Os gatos-do-mato têm hábitos noturnos e geralmente vivem nas matas. Caçam no chão, onde são muito ágeis, ou nas árvores, e se alimentam de pequenos mamíferos, aves, répteis e anfíbios.

Durante a noite chegam a invadir galinheiros onde causam grandes estragos. São inofensivos ao homem, mas defendem-se ferozmente quando atacados. Geralmente a fêmea dá a luz em algum oco de árvore ou em uma moita de arbustos bastante densa, onde possa esconder os filhotes.

Devido à sua pele muito bonita, utilizada em roupas e acessórios, os gatos-do-mato são bastante perseguidos, estando ameaçados de extinção.

No Brasil, é proibido manter gatos-do-mato como domésticos, sob pena de multa e detenção.

Das três espécies, apenas o gato maracajá chega a atingir o sul dos Estados Unidos, as outras duas são comuns nas florestas das Américas Central e do Sul.

A cegonha voou baixo...

Bicharada: Bichos lindos e curiosos, mensagens divertidas



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A cegonha voou baixo esta noite, hein? Que fartura!!





A História da Chiquinha...

Meus amigos sempre souberam que eu gosto de proteger os animais, especialmente os gatos...

Amar e proteger os animais dá-me um imenso prazer, porém... também me causa transtornos, porque, às vezes, deparo com ninhadas abandonadas em minha porta...Certo dia, duas meninas chegaram trazendo um bichinho peladinho, rosadinho, pedindo-me que cuidasse dele, pois fora jogado no lixo após nascer... ainda tinha o cordão umbilical e, de tão pequeno, o bichinho cabia na palma da mão.

Olhei com certo pasmo e, supondo que se tratasse de um ratinho, um hamster ou algo do gênero, protestei:
- Ai!... Eu não sei cuidar desse tipo de bicho, não...

- Mas é um gatinho! - disse uma das meninas.

- Um gatinho?! - exclamei, com espanto. E aproximei-me, tomando o bichinho nas mãos. - Puxa, mas deve ter acabado de nascer!

De fato!!
Desta forma, a Chiquinha entrou em nossas vidas: pequenina, frágil, recém-nascida e recém-jogada no lixo por alguma alma impiedosa.

Os tempos que se seguiram foram de alegrias, tristezas e, principalmente, de grande experiência. A Chiquinha precisava ser amamentada (com uma mamadeirinha de seringa) a cada duas horas, dia e noite.
Em casa, fazíamos rodízio para que os cuidadores pudessem ter algumas horas de sono.

Em poucos dias, a Chiquinha foi abrindo os olhos, o cordão umbilical caiu e ela começou a ficar bonitinha, lindinha, fofinha...

Parecia um floquinho de algodão quando começou a dar os primeiros passos...


Aos poucos, fomos percebendo que ela era da raça siamesa.

Ao completar vinte dias, porém, a Chiquinha correu um grande risco.
Tavez pela mudança do leite que lhe ministrávamos, ela enfraqueceu e quase morreu. Foi salva graças à presteza de um dos cuidadores e do veterinário que a socorreram em tempo.

Ela voltou a ficar saudável, mas, conforme crescia, a Chiquinha foi adquirindo uma aparência engraçada, tornado-se uma figurinha meio estranha.

Acho que os siameses são assim mesmo: como na história do patinho feio, ela até parecia um E.T., com grandes olhos e orelhas compridas.

Mas, dia-a-dia, as características de siamesa se acentuavam e logo ela foi se transformando numa BELA GATA!!!

Olha a Chiquinha aí, gente!!!

E olhem o que ela mais adora fazer... não dá sossego!!!


CHIQUINHA, NÓS TE AMAMOS!!!!

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